Porque este mundo que nos acolhe é pleno de lugares incrivelmente belos, moldados por uma natureza que sendo umas vezes mãe, outras madrasta, segue sempre um equilíbrio muito próprio e apresenta-nos como resultado um panorama verdadeiramente espectacular...

Este espaço pretende testemunhar a real beleza deste planeta, assim como ser mais um incentivo para a preservação das espécies que o habitam. Pretende ainda ser um registo das diferentes culturas e tradições da humanidade e do legado que os nossos antepassados nos deixaram...

Como um local de partilha de experiências que este blogue pretende ser, deixo ainda um convite a todos os que já visitaram algum dos locais que vão sendo postados, apartilharem connosco um pouco da sua experiência, sob a forma de comentário no post respectivo... ficaremos certamente todos gratos...

Estátua da Liberdade

Estátua da LiberdadeA Estátua da Liberdade é um monumento localizado à entrada do Porto de Nova Iorque, na pequena ilha de Bedloe, posteriormente chamada de "Ilha da Liberdade", desde 28 de Outubro de 1886, sendo reconhecida em todo o mundo como um símbolo dos Estados Unidos e representa "A Liberdade a iluminar o Mundo". Comemora o centenário da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos e é um gesto de amizade da França para com os Estados Unidos. Projectada e construída por Frédéric Auguste Bartholdi, que supostamente usou a sua mãe como modelo. Para a construção da estrutura metálica interna da estátua, Bartholdi contou com a assistência de Gustave Eiffel, o engenheiro responsável pela construção da Torre Eiffel, em Paris. A Estátua da Liberdade foi um presente dado por Napoleão III, como prémio aos Estados Unidos, após uma batalha vencida contra a Inglaterra. O historiador francês Edouard de Laboulaye foi quem primeiro propôs a ideia do presente, e o povo francês arrecadou os fundos para que, em 1875, a equipa de Bartholdi começasse a trabalhar na estátua colossal.
Este monumento funcionou como farol de 1886 a 1902, sendo o primeiro farol a ter utilizado energia eléctrica. O acto de sabotagem dos alemães na Primeira Guerra Mundial, conhecido como a Explosão Black Tom, causou um prejuízo de 100.000 dólares, danificando a saia e a tocha, tendo sido cancelada a visita dos turistas à tocha. A estátua sofreu uma grande reforma na comemoração do seu centenário e foi reinaugurada em 3 de Julho de 1986. Foi feita uma limpeza geral na estátua e a sua coroa, corroída pelo tempo, foi substituida. Depois do atentado terrorista ao World Trade Center, em 11 de Setembro de 2001, as visitas à coroa da Estátua da Liberdade foram proibidas, por motivos de segurança mas esta parte do monumento foi reaberta ao público oito anos mais tarde, a 4 de Julho de 2009.
A estátua mede 46,5 metros (93 metros, se contarmos com o pedestal). Só o seu nariz mede 137 centímetros. O conjunto pesa um total de 24.635 toneladas, das quais 28 são de cobre, 113 são aço, e 24.493 de betão no pedestal. Com as suas 24.635 t, é actualmente a estátua mais pesada do mundo. A coloração verde-azulada é causada por reacções químicas, o que produziu sais de cobre e criou a actual tonalidade. São 167 degraus de entrada até ao topo do pedestal. Depois são mais 168 degraus até à cabeça. Por fim, outros 54 degraus levam os turistas até à tocha, de onde podem desfrutar de um belo panorama do porto de Nova York. A galeria que cerca a chama do archote tem capacidade para acolher quinze pessoas, enquanto outros cinquenta visitantes podem aguardar a sua vez no interior da cabeça da estátua. Em 1889, os americanos ofereceram à França, em sinal de retribuição, uma reprodução desta estátua em tamanho reduzido, que foi colocada sobre a ponte de Grenelle, em Paris.
Fotografia de Eugene Wei

2 comentários:

Gastão de Brito e Silva disse...

É caso para dizer : Viva a Liberdade!!!!

A OUTRA disse...

Obrigada Pedro Ferreira pelo seu comentário.
Eu não comento factos históricos dos quais só sei o que leio e que muitas vezes é escrito conforme a côr política do escritor, mas no caso de Truman comento o horror que ainda hoje é visível em muitos que sofreram as consequências daqueles bombardeamentos, e que, infelizmente para eles, sobreviveram.
Todos os que apoiaram Turman ficaram marcados, e estou convencida que na época ninguém sabia muito bem as consequências que adviriam dali. Foi uma maneira de testar uma arma fora dos Laboratórios criados pelos cientistas.
Mas continuam as descobertas e as experiências, e vemos bem os resultados.
Obrigada e boa semana
Maria